domingo, 20 de junho de 2010

Teu mal, Tua sina

Explica-se por si só o sentimento latente deste poema.

Olha que mal tu fizeste!
Olha bem e repara
Olha a dor escrutada
Olha morte latente!

Tu fizeste, alcançou
Que nem o demônio
Pobre figura, enfadonho
Almejou.

Leva contigo esse fardo.
Seu inferno é reservado
Nas trevas encontrarás
Aquela mesma figura, 

Sagaz!

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